{"id":24,"date":"2016-11-27T03:35:17","date_gmt":"2016-11-27T05:35:17","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost\/itmo\/?page_id=24"},"modified":"2016-12-23T15:37:52","modified_gmt":"2016-12-23T17:37:52","slug":"anemia-de-fanconi","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.institutotmo.org.br\/old\/anemia-de-fanconi\/","title":{"rendered":"Anemia de Fanconi"},"content":{"rendered":"<h3 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #00aeec;\">ANEMIA DE FANCONI<\/span><\/h3>\n<p style=\"text-align: justify;\">Curitiba \u00e9 refer\u00eancia mundial no diagn\u00f3stico e tratamento da <strong>Anemia de Fanconi<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerada uma doen\u00e7a rara, a patologia atinge crian\u00e7as e adolescentes e gera complica\u00e7\u00f5es graves, como leucemia, insufici\u00eancia da medula \u00f3ssea e outras<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pouca gente sabe, mas o Brasil \u00e9 refer\u00eancia mundial no diagn\u00f3stico e tratamento da Anemia de Fanconi, uma doen\u00e7a t\u00e3o rara quanto devastadora para as crian\u00e7as e os adolescentes atingidos por ela. H\u00e1 10 anos, o \u00edndice de sobrevida de pacientes com a enfermidade girava em torno de 20%. Hoje esse n\u00famero aumentou para cerca de 95%, gra\u00e7as ao trabalho in\u00e9dito do Servi\u00e7o de Transplante de Medula \u00d3ssea (STMO) do Hospital de Cl\u00ednicas da Universidade Federal do Paran\u00e1 (HC\/UFPR), onde as expertises m\u00e9dicas em torno da doen\u00e7a foram intensamente desenvolvidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A maioria das crian\u00e7as e jovens que desenvolvem a Anemia de Fanconi, ao chegar pr\u00f3xima dos 20 anos, possui grande chance de desenvolver c\u00e2ncer de boca e pesco\u00e7o. &#8220;\u00c9 uma doen\u00e7a grave, de ordem gen\u00e9tica, que atinge crian\u00e7as e adolescentes e gera outras complica\u00e7\u00f5es extremas, como leucemia, insufici\u00eancia progressiva da medula, anomalias no esqueleto e altera\u00e7\u00f5es renais. A doen\u00e7a n\u00e3o tem cura. Mas, se diagnosticada cedo, \u00e9 poss\u00edvel curar sua principal complica\u00e7\u00e3o hematol\u00f3gica: a fal\u00eancia da medula \u00f3ssea&#8221;, explica a presidente do Instituto TMO, Regina Bruni. Por isso o alerta sobre como detectar os sinais prim\u00e1rios da doen\u00e7a \u00e9 t\u00e3o importante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Instituto TMO, entidade sem fins lucrativos que atua no apoio aos centros de transplante de medula \u00f3ssea, luta para incluir a doen\u00e7a no protocolo de doen\u00e7as graves brasileiro. &#8220;O tratamento \u00e9 vi\u00e1vel, a amplia\u00e7\u00e3o da sobrevida \u00e9 mais do que poss\u00edvel e n\u00f3s temos essa expertise. N\u00e3o h\u00e1 motivos para o Brasil virar as costas para suas crian\u00e7as atingidas pela Anemia de Fanconi. Como refer\u00eancia mundial no assunto, podemos ajudar n\u00e3o apenas os nossos pacientes, mas cooperar com o tratamento de crian\u00e7as e adolescentes no mundo todo\u201d, destaca Regina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Recentemente, o Instituto TMO produziu um v\u00eddeo que ilustra bem essa hist\u00f3ria e colabora para o processo de sensibiliza\u00e7\u00e3o social. Para assistir ao filme, <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=YtiyuO4P8pU\" target=\"_blank\"><strong>CLIQUE AQUI<\/strong><\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ANEMIA DE FANCONI Curitiba \u00e9 refer\u00eancia mundial no diagn\u00f3stico e tratamento da Anemia de Fanconi. Considerada uma doen\u00e7a rara, a patologia atinge crian\u00e7as e adolescentes e gera complica\u00e7\u00f5es graves, como leucemia, insufici\u00eancia da medula \u00f3ssea e outras Pouca gente sabe, mas o Brasil \u00e9 refer\u00eancia mundial no diagn\u00f3stico e tratamento da Anemia de Fanconi, uma [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"page-templates\/page_fullwidth.php","meta":{"spay_email":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.institutotmo.org.br\/old\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/24"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.institutotmo.org.br\/old\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.institutotmo.org.br\/old\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutotmo.org.br\/old\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.institutotmo.org.br\/old\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=24"}],"version-history":[{"count":16,"href":"https:\/\/www.institutotmo.org.br\/old\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/24\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1202,"href":"https:\/\/www.institutotmo.org.br\/old\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/24\/revisions\/1202"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.institutotmo.org.br\/old\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=24"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}